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VELHO CHICO

VELHO CHICO

Velho Chico, o maior rio nacional,
És dádiva dos céus, presente divino
Eu percorria tuas margens quando menino
Sonhando sempre ser como tu: Imortal!

És único, ah! E não há nada igual
Que se compare ao teu brilho matutino
A fertilidade do solo agrestino
Deve-se a tua bondade abissal

Alegria dos meus tempos d’outrora
Eu brincava no teu leito de amplidão
Hoje distante, minh’alma triste chora

O meu Nordeste a ti deve devoção
Bondoso, corres agreste vida afora
Silencioso, levas vida ao sertão
Francisco Monteiro
Enviado por Francisco Monteiro em 23/10/2007
Código do texto: T706864

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Sobre o autor
Francisco Monteiro
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 47 anos
72 textos (1998 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/17 16:14)
Francisco Monteiro