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CASTELO DO NADA

CASTELO DO NADA

Alegrias. As ignoro, não as mereço
E suponho até que as tive - talvez;-
Mas triste como sou, o destino me fez
Desse jeito em que eu vivo ou padeço.

A Rua da dor é o meu endereço
O meu lar causa espanto pela pequenez;
Não tem luzes, mobília cara, altivez
Nele há falta de qualquer adereço.

Ah! É tão solitário este meu viver
Que, de tão sozinho às vezes não sei
Se talvez verei alguém antes de morrer...

Estas ruínas são meu lar, a minha grei
Lá fora eu sou plebeu, sou um pobre ser
Mas aqui no “Castelo do Nada”  sou rei!
Francisco Monteiro
Enviado por Francisco Monteiro em 27/10/2007
Código do texto: T712121

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Sobre o autor
Francisco Monteiro
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 47 anos
72 textos (1992 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/08/17 23:37)
Francisco Monteiro