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Errando pelos portos

Não sei amor, não sei quanto lhe cobro,
não sei quanto se paga pelos erros...
(Quantas valsas dançamos nos enterros?)
Nada foi metade! Foi tudo o dobro!

Fica difícil, amor, dizer um preço,
pois erros são marinheiros treinados
numa escola onde valores são dados
no meio, no final e no começo.

Então, amor, fica mais fácil assim,
e cada vez mais justo entre nós dois
dividir experiências, não só acertos...

Cada erro que há entre você e mim
faz-nos aprender, antes e depois:
o medo não fecha portos abertos.




Marcelo Moraes Caetano
Enviado por Marcelo Moraes Caetano em 29/10/2007
Código do texto: T715579

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Sobre o autor
Marcelo Moraes Caetano
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Marcelo Moraes Caetano