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O CIÚME DO SOL II

Ó lua, meu amor, em cada anoitecer
quando eu sinto que não parou o movimento
do universo, o calor começa a enlanguescer
fazendo-me brilhar com raios ciumentos.

Difícil agüentar, não dá pra descrever,
despeço-me com dor, poente é o meu momento,
e a luz do teu luar inspira homens a ler
poemas de paixão cheios de sentimentos.

O meu brilho é só teu, e eu sei que o teu luar
inspira para o amor todos apaixonados
que vêem somente em ti motivos pra sonhar.

O ciúme que eu em vão sempre tento aplacar
não é porque você me trai, eu sou culpado
pelo brilho de amor que fica a me cegar.
Michel H Baruki
Enviado por Michel H Baruki em 02/11/2007
Código do texto: T720773

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Sobre o autor
Michel H Baruki
Blumenau - Santa Catarina - Brasil
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