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FRACASSO

Que a aspereza da vida desaloje
as auroras, poentes palpitantes,
mas que o brilho do céu nunca despoje
o meu sonho de amor, que eu tinha antes.

Não há um dia sequer que não me arroje
e tente suplantar a vida errante,
mas a noite vem, desce, cresce, foge,
e eu continuo aqui lacrimejante

Às vezes me pergunto: Quem sou eu?
Pressinto a existência que se finda
vivendo como quem de amor morreu.

Mil lágrimas passaram minha linda,
mas não meus sentimentos, sou um Romeu
que canta: "Meu amor, eu te amo ainda".
Michel H Baruki
Enviado por Michel H Baruki em 03/11/2007
Código do texto: T721672

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Sobre o autor
Michel H Baruki
Blumenau - Santa Catarina - Brasil
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