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Tu não me guardas

Da forma inculta que disponho, lento
Na vaga letra que ofereço cauto
Sou o autor da beleza que invento
Quando tua alma me toma de assalto

Se nos teus olhos ao mirar, me vejo
Estes são plácidos espelhos d 'agua
Sempre ao mirar-te encho-me de pejo
Esqueço as velhas e tão rotas mágoas

O sol que chamas quando tu despertas
È meu fanal que guia-me sereno
Invoca o espírito de distantes eras

Ah! Teus olhos pelos quais eu temo,
Que se mente em anjo, mas és veneno
Que não me guarda, mas me desesperas.
Moisés Lopes
Enviado por Moisés Lopes em 13/11/2007
Código do texto: T735496

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Sobre o autor
Moisés Lopes
Curitiba - Paraná - Brasil, 33 anos
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2 áudios (133 audições)
1 e-livros (69 leituras)
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