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REMORSO

Agia,  então,  assim como idiota
Era o melhor de todos – o perfeito  
Assim me achava, e não tinha respeito
A mais niguém – e hoje ninguém nota.
E desprezava muito em minha rota
Na megolomania de eleito – ,
Nessa filosofia – e nesse jeito –,
Homem, mulher, garoto e garota...

E de repente, veio – sem qu’eu visse,
Bater à minha porta a tal velhice
Cabelos ralos, rugas pela tez; no
Espírito a falta de esforço;
Sozinho agora vejo com remorso
Que o mal que fiz então, foi a mim mesmo


             15/11/07

Gonçalves Reis
Enviado por Gonçalves Reis em 15/11/2007
Código do texto: T737742

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Gonçalves Reis
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