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Da amada

Quanto me alegra ver a doce amada,
pela imensa campina de flor cheia,
colhendo os pares seus, e não receia,
pois que às mais lindas não cobiça nada.

Olhando a minha amada ensimesmada
nesse sonho que queima, brilha e enleia,
minha alma em mil delícias se recreia,
pois nela tudo é encanto, tudo agrada.

E outra beldade assim haver não creio,
que tenha a graça que resplende e enleva,
guarde a bíblia do amor que sempre leio...

Sua alma com a pureza se alcandora,
porque ela é como essas que a morte leva,
mas depois se arrepende, e sente, e chora...
Reginaldo Costa de Albuquerque
Enviado por Reginaldo Costa de Albuquerque em 20/11/2005
Reeditado em 04/04/2010
Código do texto: T73929
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Sobre o autor
Reginaldo Costa de Albuquerque
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
114 textos (11133 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 20:41)
Reginaldo Costa de Albuquerque