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Noite de Acaso

Encontro-me insano quando vejo
Este rosto frio, sem doce algum
A boca sem graça, não merece um beijo
Os olhos sem brilho, sempre tão comuns

Que vejo eu de belo neste teu corpo?
Rosas murchas, galhos secos...vãos
Anômalo sentido no correr das mãos
Enganado-te com versos rotos

Seria nada mais que um fremir insípido
Uma explosão míngua do inconsciente
Depois, uma ânsia de amanhecer

Uma inundação a mais dessa fluente
Carícia perdida, mas noite sempre quente
Flúido combustível deste meu viver.
Moisés Lopes
Enviado por Moisés Lopes em 19/11/2007
Reeditado em 19/11/2007
Código do texto: T743074

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Sobre o autor
Moisés Lopes
Curitiba - Paraná - Brasil, 33 anos
295 textos (12822 leituras)
2 áudios (132 audições)
1 e-livros (69 leituras)
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