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Me inspirei no que escrevi no último soneto "Saudade":
"Ceci, a sua ausência só faz deixar o nosso Amor mais presente!"


De Presente a Sua Ausência
Soneto Alexandrino


Você me deixou de presente a sua ausência,
Embrulhada no papel sem cor da saudade.
Até hoje não tive coragem de abri-lo.
Portanto não sei o sabor de sua falta.

Nego terminantemente na consciência,
Abrir o regalo pra minha caridade.
Assim seu coração continuo a senti-lo.
Mantendo o Amor de nossa comunhão em alta.

Afastado dos sentidos da carne fraca,
Sufocando na consciência os meus desejos.
Torno-me livre do sofrimento que mata.

Bebo do Amor puro e eterno de nossas Almas.
No lugar do fugaz de nossos ternos beijos,
Navego com su'alma no eterno de águas calmas.


(perdoe-me, pois não fui severo nas sílabas tônicas)
Leon del Bargo
Enviado por Leon del Bargo em 19/11/2007
Reeditado em 19/11/2007
Código do texto: T743225

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Sobre o autor
Leon del Bargo
São Paulo - São Paulo - Brasil, 56 anos
204 textos (12743 leituras)
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Leon del Bargo