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Nascimento

Agora, este pungir que desespera
é a luz dos olhos teus que velo...
Nos sonhos que tão lúcidos espero
ter mais para viver, que esta terra

Sou louco - eu sei - mas não insano...
E não vou dizer que não me perdi
Mas sei também que não estás aqui,
nem posso encontrar-te em outro plano

Ai! Precipita-se minha alma
Nesta vaga dos teus olhos, na fulgência
Meninice é implorar tua indulgência...

Mas não verei morrer na boca fria
A lágrima que desce em calmaria
E o sonho que nasceu de uma inocência.
Moisés Lopes
Enviado por Moisés Lopes em 20/11/2007
Reeditado em 20/11/2007
Código do texto: T744610

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Sobre o autor
Moisés Lopes
Curitiba - Paraná - Brasil, 33 anos
295 textos (12822 leituras)
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1 e-livros (69 leituras)
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