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Madrugada

Madrugada fria; a noite do silêncio que ecoa,
os meus sentidos violados pela aguardente,
minhas palavras, em silêncio, quase nem soa
feito a palidez d'uma vertigem que se traz na mente.

O cansaço, é coisa que meu corpo quase nem sente,
Pois na natureza sobre-humana de ser poeta
E se revelar a alma, quase que inconsciente;
Desfaz o que outrora confuso, em descoberta.

Quero viver errando e sempre aprendendo a errar
Pois dos meus erros é que se revela mais bonito
Alternando o espírito e se fazendo encantar.

Madrugada, quero o meu erro por todo infinito
Revelando e nunca ocultando, da alma toda a dor;
ser sempre poeta, a declamar poesia por onde eu for.

Rio de Janeiro, 22 de Novembro de 2007.


Natomarkes
Enviado por Natomarkes em 24/11/2007
Código do texto: T750148
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Natomarkes
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 43 anos
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