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Balada de amor fraterno

A ponte velha dos meus olhos negros,
plangentes como os violões de Andorra...
Embaixo - em cima - livres na gangorra
da sinfonia "Ma non troppo allegro"...

As vastas chuvas pelos meus cabelos
nos nossos abraços de noites pálidas...
Luas de prata, mel, vinho e crisálidas...
Enfim livres como reis sem castelos...

Como horizontes que repousam cedo.
Como os garotos que não têm segredo.
Como a manhã que abraça outro navio.

Como a chegada de um presente lindo.
Como olhos que se tocam no vazio.
Como o caixão do invejoso partindo.
Marcelo Moraes Caetano
Enviado por Marcelo Moraes Caetano em 07/12/2007
Reeditado em 07/12/2007
Código do texto: T769075

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Sobre o autor
Marcelo Moraes Caetano
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Marcelo Moraes Caetano