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O monjolo

Ontem pilaste frívolo, oh monjolo,
e almo encanto tomou-me o coração,
que enlevado pulsava ingênuo e tolo,
quando ouvia de amor a confissão.

A água que inda te impele em doce arrolo
ceifou um sonho que não cri ser vão,
levou os beijos de amor, meu consolo,
deixando-me embebido de paixão.

Se hoje temo, é porque nesses sofridos,
desditosos caminhos que ando agora,
todos os gostos já me nascem roídos.

É um drama quando pilas mundo em fora,
pois não sei se recordo os tempos idos
ou lamento o penar que na alma mora...
Reginaldo Costa de Albuquerque
Enviado por Reginaldo Costa de Albuquerque em 27/11/2005
Reeditado em 04/04/2010
Código do texto: T77219
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Sobre o autor
Reginaldo Costa de Albuquerque
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
114 textos (11133 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 21:58)
Reginaldo Costa de Albuquerque