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Minha solidão

Eu olho para mim e me contemplo
e já me vejo triste, em desalinho;
em vão, busco trilhar o meu caminho
e não encontro nada como exemplo.

Eu vago em ziguezague, sem destino,
em busca de uma paz interior
que sirva de pilar para este amor
que é forte, bravo, mas é pequenino

e necessita de ser amparado
e cultivado pra manter-se vivo.
Encontro nem sequer explicação

pra me manter tão triste e amargurado.
Invado as madrugadas pensativo
e vejo quão tristonha é a solidão.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 05/04/2005
Código do texto: T9947
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260251 leituras)
36 áudios (10733 audições)
6 e-livros (1679 leituras)
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Paulo Camelo

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