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Quem sabe um relato

"Bom dia". Foi assim que comecei o dia, dizendo bom dia para quem eu amava. Fiz o café, fiz uma omelete como ele gostava e sorri quando ele entrou na cozinha. Tinha tudo para ser um bom dia. Olhei em seus olhos e vi que algo o inquietava, perguntei o que era e não saiu resposta alguma de sua boca. Como de costume, ele foi para o trabalho e eu fiquei em casa. Mas algo me dizia que tinha acontecido alguma coisa, mas resolvi ignorar. Arrumei a casa e logo em seguida liguei a tv. No fim da tarde recebi um telefonema, pensei que era ele, mas pelo contrário, era uma mulher procurando por ele. Me convenci que não era nada demais. As horas foram passando, fiquei esperando-o até tarde da noite. Quando ele chegou, bêbado, coisa que nunca acontecia, perguntei o porque dele está assim, e mais uma vez ele não disse nada. Fiquei com tanta raiva e disse "você não está agindo como homem, tá agindo como moleque. Além de moleque, infiel?". Depois disso só vi sua mão em meu rosto, e meu sangue escorrendo. Ele me chamou de todos os nomes possíveis e impossíveis de retratar uma mulher vulgar. Mas quando ele parou, mais uma vez fiz uma pergunta, mas dessa vez foi, se o que ele acabou de fazer comigo tinha justificativa e ele apenas disse "Eu sou o homem desta fa
Nicholle Barros
Enviado por Nicholle Barros em 09/05/2017
Código do texto: T5994552
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Sobre a autora
Nicholle Barros
Ribeirão - Pernambuco - Brasil
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