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TROVANDO VIII

Espargindo os seus albores,
A manhã clara e luzente
Enche de paz e de cores
Os aposentos da gente.

****

Brilha mais que a luz do sol,
No Celeste Azul, a pino,
A suave luz de arrebol
De Jesus, desde menino.

         ****

Ao que canta basta o canto
Para carpir sua dor,
Para derramar seu pranto
Basta a trova ao trovador.

****

Parou de chover agora,
A terra fértil agradece;
Meu pranto enxugou faz hora,
Felicidade me aquece.

         ****

Na mesa um papel pautado,
E de caneta na mão,
Espero o planger magoado
Das cordas do coração.

         ****

A vida é feita de passos,
Não se desvie do Caminho;
Atalho leva aos fracassos,
É fácil, mas é daninho.

        ****

Eu vou saudar meus amigos,
Que de carteira, sou fã.
Minh’alma hoje está leve,
Como a luz desta manhã.

****

Eu prossigo nesta andança
Sem temor da “hora agá”,
Confiante na segurança
Que Jesus Cristo me dá.

           


Raymundo de Salles Brasil
Enviado por Raymundo de Salles Brasil em 26/04/2006
Código do texto: T145802
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Sobre o autor
Raymundo de Salles Brasil
Salvador - Bahia - Brasil, 83 anos
237 textos (6820 leituras)
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Raymundo de Salles Brasil