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TROVAS DIVERSAS (1)

Uma quadra, uma trova
Não soube dizer o quê
Se foi quadra quem lhe prova
Se foi trova diz você.


Este  pequeno  improviso
Formará  linha-retângulo
De todo o lado eu diviso
Ter 90º graus de ângulo.


Tarde de inverno sem gente
Só folhas ao vento e pios
Dão ar de paz diferente
Igual à beira dos rios.


Crianças assopram cornetas
Cachorros sem parar latem
Guris soltam espoletas
Saudades da infância batem...


Domingo depois do almoço
Vem na lembrança a saudade
Dos puros tempos de moço
Em que eu tinha liberdade!


O Poeta no seu lirismo
Declama verso bonito
Para levar quem - no abismo -
Quer encontrar o infinito!


Divina Estrela de Luz!
Alimenta os que tem fome!
Salva os que morrem na cruz!
Ouve os que gritam teu nome!


Navego a nau da quimera
No além mar deste inconsciente!
Vou desvelando o que impera
No lado oculto da mente!


Meu poema sobe a montante
Do rio que pulsa latente
Pelo coração estuante
No destino da nascente.
Alexandre Tambelli
Enviado por Alexandre Tambelli em 27/08/2006
Reeditado em 10/09/2011
Código do texto: T226384
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alexandre Tambelli
São Paulo - São Paulo - Brasil, 48 anos
676 textos (116446 leituras)
8 áudios (2991 audições)
1 e-livros (398 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 16:32)
Alexandre Tambelli