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Pano pras mangas.

Com a imponencia de um mustangue
O indomavel puro sangue
Faz lampejar os cristais
Depois num trotear sereno
Sente que o mundo é pequeno
Diante do brilho da joia que traz
E pisando macio na folhagem
Lá na região de Contagem
No chão de Minas Gerais.

Esta é uma sigela homenagem
A uma joia que vive em Contagem
E que desde de criança compõe
Dona de um semblante simpatico
E o sicero perfil carismatico
Dar panos pra mangas propõe
O Brasil vai saber de quem eu falo
Gosta muito de andar a cavalo
E de um brilhante projeto dispõe.

É amante de moda de viola
Não é politica e detesta gabola
Que Deus lá do céu te encha de bem
Não se assuste dos versos que eu fiz
Quero apenas que sejas feliz
Va avante pra cima e alem
É o que eu quero de ti eu confesso
Caldo de galinha e muito sucesso
Nunca vi fazer mal pra ninguem


Nem que se zangue não me sinto culpado
Vou deixar estes versos gravados
Na parede da minha memória
Nossa vida é curta e o tempo voa
Digo que nada é por acaso ou atoa
Não me canso de perseguir a vitória
Eu faço versos na vida porque gosto
E sem querer ser chato eu aposto
Vamos contar aos netos como se faz a história.
Pedro Nogueira
Enviado por Pedro Nogueira em 23/11/2006
Reeditado em 26/11/2006
Código do texto: T299643
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Nogueira
Campinas - São Paulo - Brasil, 63 anos
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Pedro Nogueira