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PÉROLAS DE CARANANDUBA - Canto nº 4

INSPIRAÇÃO
Pousa leve n’alma minha,
alma imensa (universo),
na linha reta do verso,
uma ave ribeirinha.

O AMOR DE HOJE CEDO
Antes mesmo da neblina
se atocaiar no caminho,
teu sexo, verbo-espinho,
no meu sexo se confina.

ESTRADAS
São estas linhas, mormente,
versos repletos do nada,
sobre o chão da velha estrada
clarão de lua silente,

BODAS
Depois de passados dias
corro a mão sobre teu rosto,
só bem percebo desgosto,
saudades, melancolias.

PRAÇA DO RELÓGIO
Hoje o tempo está parado,
Baía do Guajará,
quilha, mulher, araçá,
relógio desconsertado.
Enzo Carlo Barrocco
Enviado por Enzo Carlo Barrocco em 04/07/2005
Reeditado em 08/07/2005
Código do texto: T31018
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Enzo Carlo Barrocco
Belém - Pará - Brasil, 56 anos
733 textos (134435 leituras)
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Enzo Carlo Barrocco