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O Menestrel e a Donzela

Bom dia, Santa Donzela,
folgo ver-te com saúde,
airosa, cheirosa e bela,
no dedilhar do alaúde.

Permita-me o atrevimento
de postar-me assim tão perto:
não rogo pranto ou lamento,
mas paixão, de peito aberto.

Trago a ti, em verso, um canto
da amiga cotovia
- perdão, se te causo espanto - 
almejo alegrar teu dia.

"Ama a lua o pôr-do-sol
a dor da tristeza errante:
no trinar de um rouxinol,
surge o amor, anjo inconstante..."
Nel de Moraes
Enviado por Nel de Moraes em 06/10/2005
Código do texto: T57410
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Nel de Moraes
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 56 anos
407 textos (351740 leituras)
2 e-livros (297 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 09:19)
Nel de Moraes