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Meu prazer ,meu castigo.

Eu não posso e não devo
E não vou ficar chorando
Eu endoço tudo que escrevo
Nos versos que vou rimando
Esta flor é o meu enlevo
Com ela eu vivo sonhando
É a jóia rara do meu acervo
Que eu vivo contemplando
Esquece-la não me atrevo
Vou viver sempre te amando.

Gosto dela e não consigo
Esqucer dela por nada
E amando ela eu prosigo
Fica mais doce a jornada
Com sinceridade eu te digo
Tenho a alma apaixonada
Amando e querendo eu sigo
Ela é a minha doce amada
É o meu prazer o meu castigo
A sombra da minha estrada.

Que doçura de menina
Que encanto de mulher
Creio que não imagina
O quanto a minha alma te quer
O meu coração sempre inclina
Para o lado onde ela estiver
Por esta paixão que domina
Eu faço tudo o que puder
E só não será a minha sina
Se acaso DEUS não quizer.
Pedro Nogueira
Enviado por Pedro Nogueira em 04/09/2007
Código do texto: T637483
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Nogueira
Campinas - São Paulo - Brasil, 64 anos
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Pedro Nogueira