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PUXANDO O CARRO...

Se o aspargo for amargo,
não me amarro e tiro sarro
Desse embargo, passo ao largo...
- É esparro de mau barro!

Juro que verifiquei
o prazo de validade
Ao abrir o frasco, provei
a amargura de verdade!

(Aldo Lopes)


Mais uma vez me alegro por contar com a participação dos amigos. Obrigado a todos pelos versos "replicantes" (risos)!

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Neste jogo de palavras
Sou um fracasso - me humilho.
Admiro as suas lavras:
Trocaralho pra cadilho!

(Vitorio Sezabar)

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Nessa troca não me atrevo
Sou apenas iniciante
Danço samba, danço frevo
mas nesse sarro, passo adiante.

(MariSaes)

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É esparro de mau barro
não comer um bom aspargo
Nem precisa tirar sarro.
O jiló é mais amargo!

(Sônia Maria Cidreira de Farias)

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Jiló, arpargos, não gosto dos dois
Fico com meu feijão e arroz
Esses eu conheço
E por eles tenho apreço.

(Ângela Rodrigues)

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Pior que comer aspargo
é engolir um giló.
Que, apesar de ser amargo
é gostoso como ele só!

(Milla Pereira)

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Não gosto do amargo aspargo
Não como e não adianta tentar
Enfiar-me goela abaixo...
- acabo por vomitar.

(Rose de Castro - A 'POETA')

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Tirando o camarão,
com tudo mais me deleito.
Mas, aspargo amarelo e amargo...
Para mim já é suspeito!

(Salete)

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O aspargo é puro deleite,
quando se sabe preparar.
O amargor se tira com leite,
depois é só degustar...

(Regina Bertoccelli)

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Puxando o carro
eu então embargo
não me amarro é um sarro
falar deste legume amargo

(A Flor Enigmática)

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Legume até sendo amargo
é gostoso de comer,
mas pior do que o tal aspargo
na mesa não pode ter.

(Anaclara Ribeiro)

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Cumprimento os trovadores,
Essa não dá para entrar.
Já tentei comer aspargos,
Eles são de amargar...

(Jorge Gil Gomes de Azeredo)

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Que dúvida cruel ,
Entre sarros e aspargos
Quiça, Torre de Babel
Com quiabos, gilós amargos!

(Maria Thereza Neves)

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Quiabos e jilós, sempre foram os meus fracos
Goiás terra dos fortes
por tais alimentos eis os fortes,
mas nem que seja um frangote
para o alimento e contento
desta goiana que veio do norte.

(Ana Karênina)

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Fizeram salada mista!
Aldo amigo, m'esconjura!,
pois que o Bloco Recantista
escorregou na amargura!

(Kathleen Lessa)

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Se minha boca amargar
Deste fel que chamo aspargo
Terei que muitos goles tomar
água, me acuda! me dá logo um trago!

(Ledalge)

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Jiló, aspargos e outros mais,
Podem ser amargos como fel.
Mas, dentre os não triviais:
Escargot... Esse é cruel,
Pois lembra a resíduos fecais.
Sou mais o lambuzar no mel,
Daquele, não provo, jamais!

Jiló, aspargos e outras iguarias,
Podem ser amargos como o fel...
Escargot – o rei das refinarias:
Nem lambuzado de mel.
Pois lembra a porcarias.../
Deleitar desse “pedaço de Céu”,
Tu te atreverias?!?

(Quartzo Roza)
Aldo Lopes
Enviado por Aldo Lopes em 19/09/2007
Reeditado em 25/09/2007
Código do texto: T659209

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Sobre o autor
Aldo Lopes
São Paulo - São Paulo - Brasil, 61 anos
416 textos (38027 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/08/17 00:49)
Aldo Lopes