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Asco


Melosa melodia de seresta
Trazendo a voz certa
Duma ternura doce e desonesta.

A sensível simetria funesta.
O trêmulo frio de minhas mãos,
Nesta delicada harmonia confusa
Confessa que é finda a paixão.

A ardida dor de um amor qualquer,
Alguma dor sentida...
Uma dor tão grande
Quanto infinitésima na vida.

 
Eliane Santana
Enviado por Eliane Santana em 23/09/2007
Código do texto: T665466

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Sobre a autora
Eliane Santana
São Paulo - São Paulo - Brasil, 41 anos
69 textos (2858 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/08/17 18:03)
Eliane Santana