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Minha arma é a caneta.

O homem desmata a terra
Tira o ouro lá da serra
E joga íodo no rio
Agritde a fauna e a flora
Vira as costas e vai em bora
Sem notar o que destruiu.

Desalojando os nossos bchos
Fazendo das aguas um lixo
E chamam isso de lazer
Autoridades não se dão conta
E como barata tonta
Não sabem o que fazer.

A lei tem que ser cumprida
Em prol da própria vida
Que o homem aos poucos destróe
Sozinho eu sou pequeno
Pra combater esse veneno
Que aos pouco o mundo corróe.

A minha arma é a caneta
E na qualidade de poeta
Eu louvo pela liberdade
De poder dizer o que penso
E elogios eu não dispeso
A este ato covarde.

Que o homem se concientize
E ponha um fim nessa crise
Que ameaça a existencia
Pois já é bem grande a ferida
E a natureza agredida
Pode perder a paciencia.
Pedro Nogueira
Enviado por Pedro Nogueira em 16/10/2007
Código do texto: T697322
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Nogueira
Campinas - São Paulo - Brasil, 64 anos
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Pedro Nogueira