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Gracias.

Esta flor branca pequena e bonita
Que deixa um cheiro de amor no ar
Cativa envenena e me exita
Dixando o coração leve a flutuar.

Meiguice na cor branca da paz
Um doce e inebriante perfume
Linda flor, uma beleza franca ela taz
E me deixa embriagado de ciume.

Ciume de um inocente colibri
Com o seu minucioso assédio
Sem saber judia de mim
E soluçar baixinho é o remedio.

Te peço perdoe a minha fraqueza
E por gostar tanto de ti
Fico inerte diante da tua beleza
Acho que só te amar aprendi.

Tenho ciumes do sereno
Das gotas de orvalho em voce
Há meu DEUS ciume é veneno
Mas o que eu hei de fazer.

Eu tenho ciumes do luar
Que com seu clarão te banha
Até a abelha que vem te beijar
O meu ciume se assanha.

E até a brisa suave da manhã
Me deixa enciumado tambem
Por favor perdoe este teu fã
Que te admira e te quer bem.


Pois sendo teu fã eu não devo
Mas não sei porque eu proclamo
Quando na poesia eu secrevo
Sei que inconciente eu te amo.

Linda flor eu te peço perdão
E gracias pelo teu doce carinho
Me desculpe esta insana paixão
E por favor nunca me deixa sozinho.
Pedro Nogueira
Enviado por Pedro Nogueira em 06/12/2007
Código do texto: T767595
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Nogueira
Campinas - São Paulo - Brasil, 64 anos
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Pedro Nogueira