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Acalanto



  Sabia que um dia,

  iria assim acabar.

  Olhei as estrelas,

  tentei contá-las, em vão.

  É outra a realidade,

  da periferia, calamidade,

  já sabia,

  que neste dia,

  tudo iria terminar.

  Sabia que não teria sequer,

  o perdão daquela mulher,

  que tão pouco soube amar.

  Acabou amor que não foi amor,

  paixão, passageira paixão.

  E rolou então o pranto,

  e a dor da solidão,

  no meu acalanto.

 

Maurélio Machado
Enviado por Maurélio Machado em 17/01/2006
Código do texto: T100102
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Maurélio Machado
São Bento do Sul - Santa Catarina - Brasil
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