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MÃE NATUREZA


Quanto ás sementes que não germinaram
Qual o fruto a elas reservado
Crescerem belas e formosas
Nos campos ou nas montanhas pelo mundo dispersas.

Quanto ás árvores nas florestas virgens
Ou ainda na cidade
Qual seu destino
Móveis rústicos ou bem trabalhados
Também arder na caldeira de uma fábrica.

Quanto ás flores em broto arrancadas
Para serem ofertadas em seu aniversário
E dias após jogadas no fundo do quintal
Voltam ao berço de onde saíram.

Quanto ás aves que voam alto
Por entre montanhas ou verdes campos
Fazem inveja para aquelas que estão presas
Que por grande ironia
No seu canto triste alegra muita gente.

Quanto aos animais que andam a todos os lugares
Brigam pelo domínio de um território
Ou ainda por sua sobrevivência
Pela continuidade de sua espécie.

Quanto ao homem
Não existem palavras para exprimir.
Julio Alves Filho
Enviado por Julio Alves Filho em 18/01/2006
Código do texto: T100379

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Sobre o autor
Julio Alves Filho
São Paulo - São Paulo - Brasil, 53 anos
233 textos (13515 leituras)
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Julio Alves Filho