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Frio.



Alma ferida, cansada da vida, das lutas, treme de frio, com seus olhos ocultos dos raios do sol.
Pois ao se fechar para o novo a vida, não percebe  o vento que engolfa sua face vem de dentro de si próprio, produzido diante das incertezas dúvidas e medos.
As lagrimas vertidas são gotas doloridas que sem razão buscam sair da prisão, pra livre correr, marcando a face com sulcos amargos de amor sofrido sentido não tido.
Os suspiros que exalam a dor profunda corre nas veias marcadas pela vida sem sol sem amor sem luz.
Onde jogar tanta dor?
No silencio libere o amargor.
Abra os olhos libere as lágrimas, sinta que os suspiros saem livres do medo dor incerteza, assim se deixe limpar.
Abra sua alma seus olhos e veja que o sol aquece e derrete o gelo, trazendo consigo a beleza do dia  antes oculta, agora livre somente pra ti.

Cleuza Azevedo de Almeida
Enviado por Cleuza Azevedo de Almeida em 23/01/2006
Código do texto: T102871
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Sobre a autora
Cleuza Azevedo de Almeida
São José dos Quatro Marcos - Mato Grosso - Brasil, 58 anos
12 textos (380 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 20:43)
Cleuza Azevedo de Almeida