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Porcos na Minha Varanda

Quanta sujeira impera no saber ordinário,
deplorável até limites subjacentes do prazer humano
Quão lamentável é o trocadilho de uma primazia do desespero,
melancólico é a alma do empobrecimento de caráter

Quando entra a total depressão,
mais profundo do que o ódio
São as descabidas palavras do poeta
Imaginários

Quanto custurá a alma dos morcegos de minha consciência?
Pois a invasão já começou
E ainda estou no chiqueiro dos porcos

Eles, os porcos se confundem com os ladrões,
eles, os porcos se confundem com a hipocrisia que tenho que tentar
Minhas memórias, nada resta, nada espera, só ilusão. Decepção.
Letrado
Enviado por Letrado em 06/02/2006
Código do texto: T108659
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Sobre o autor
Letrado
Teixeira de Freitas - Bahia - Brasil, 37 anos
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