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Sanidade insana... Insana Sanidade...


Insana Sanidade...
Coisas em meu intimo se misturam...
Amores não amados, amados que foram amores...
Pensamentos truncados, ás avessas...
Um sentir, sentido, sem sentimento...
Um querer sem querer, sem saber o que querer...
Misto de razão sem rumo sem razão...
Irracionalmente certo, racionalmente errado...
Perguntas sem respostas, respostas sem perguntas...
Da euforia á prostração...
Faço o caminho inverso...
Choro sorrindo, grito calada...
Falo mas não digo, nada tenho a dizer...
Indecisas decisões...
Certezas incertas...
Olho mas não vejo, o que vejo não quero ver...
Nau sem rumo, navegando para chegar...
Definido indefinido...
Fim do começar...
Gritos calados da alma....
Mansidão inquieta...
Final do poema sem começo...
Terminado o que não teve início...
Sanidade insana...


Beijos "ÐäMå Ðë ÑëG®ö"

***

Dama De Negro
Enviado por Dama De Negro em 08/02/2006
Código do texto: T109342

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Sobre a autora
Dama De Negro
São Paulo - São Paulo - Brasil
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