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FRAGILIDADE E PRAZER

Como sou frágil
Diante a imensidão planetária.

Sou um simples grão vencido ou vencedor diante uns milhões
Ainda que de grande importância
E muito valor
Porém, vejo-me acabado.
Em poucos segundos de prazer.
Esse prazer que liberta e mata.
Aos poucos, devagar.
Em noites frias, escuras,
Porém de grande e diversificada formas de prazer.

Poderá durasse eternidade
Este momento que ora é nosso,
Mas que posso ser egoísta ao
Ponto de acreditar ser só meu
Único instante de prazer.

Pelas viagens que proporciona
E me faz grande e importante ser.
Não, mas um grão somente,
Mas a semente que fecunda
A noite fria, sem luar, escura e solitária.
Mais fértil, por mero prazer e
Saber que estás aqui, em mim.
JOSÉ FLÁVIO DA PAZ
Enviado por JOSÉ FLÁVIO DA PAZ em 20/02/2006
Código do texto: T114221
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Sobre o autor
JOSÉ FLÁVIO DA PAZ
São Paulo - São Paulo - Brasil, 45 anos
60 textos (36388 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 06:20)
JOSÉ FLÁVIO DA PAZ