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Não Dádivas, Mas Adoro

Escrevi, então, outro poema a ti
Sou venerado por cousa tão só
Não sabes que dádivas diretas a mim
Me sufocam, tal qual, na garvanta, um nó?

Poderei lhe escrever, se convir
Tantos mil minha mão aguentar
Peço-lhe que apenas leia, que até sorrir
Silenciosa, teu sorriso me presenteará.

Pôr-me-ia por mil e duas noites mais
A dizer-te o que menos gosto de assumir:
Pescado, às tuas ordens, jamais
Esquecer de desejar-te antes de dormir.

Só saibas, tardiamente, mas saibas agora
Que dádivas me corroem, me devoram
Mas teu sorriso, teus olhos, silenciosos
São parte de meus momentos mais zelosos.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 24/02/2006
Reeditado em 08/03/2006
Código do texto: T115800

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal