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Minha Ruína

Minha ruína, bebo em longos tragos;
A morte sorvo lentamente.
Meu destino, vejo calado
A me fitar sofregamente.

Esta taça em minhas mãos,
O ardor me corroendo lentamente,
Rubros olhos, face rubra
E o delírio em mim intensamente.
 
Aproxima-se do fim o líquido rapidamente...
Desvirtuo a vida e nos prazeres,
Insana consciência de quereres,
A fumaça toma a cela completamente.

A morte encerra a vida;
Na garrafa finda o vinho;
As cinza acabam no cinzeiro;
O poema termina no lixo;

— Meu corpo jaz em ruína! —
Alberto da Cruz
Enviado por Alberto da Cruz em 28/03/2006
Código do texto: T129717

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Sobre o autor
Alberto da Cruz
Angra dos Reis - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
201 textos (24161 leituras)
15 áudios (1092 audições)
6 e-livros (1207 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 08:03)
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