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HOSPÍCIO


Jorge Linhaça
Arandú, 17/07/2005

Vida louca, louca vida
Vida sem eira nem beira
Beira da loucura sentida
Sentida n’alma derradeira

Loca vida, vida louca
Doido jeito de se viver
Como se fora coisa pouca
Nessa loucura sobreviver

De doideira em doideira
De momento em momento
Levar a vida na brincadeira
Para esconder seu tormento

Ah esse nosso doido varrido
Varrendo a tristeza para além
Engraçado ser tão dividido
Que não se mostra a ninguém
Jorge Linhaça
Enviado por Jorge Linhaça em 02/04/2006
Código do texto: T132414
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Jorge Linhaça
Salvador - Bahia - Brasil, 55 anos
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1 e-livros (277 leituras)
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