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A vida como ela é

Inflamava o meu ego a cada batimento cardíaco
Desobstruía a minha infabilidade a cada vez que tocava-lhe
Seu inodoro perfume fazia-me entrar em transe
Todos os feixes de luzes expandidos de seus olhos invadia-me o ser
Todas as vezes que seus lábios mordia-me a carne
Era como se nove punhais sugassem meus desejos
Arrancava-me o coração a meros gestos de sorriso
Desnorteava-me a inexplicáveis suspiros deixados no ar
Sei que no dia em que passar por esta rua que não cruzo mais
E olhar para esta janela que por vezes pulei, eu vou te ver
Eu vou te ver a me perguntar o porquê:
-Por que te estrangulei?
Luyzla Garrido
Enviado por Luyzla Garrido em 06/04/2006
Código do texto: T134879
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Sobre a autora
Luyzla Garrido
São Luís - Maranhão - Brasil, 30 anos
25 textos (1223 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 09:13)
Luyzla Garrido