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Poema do desânimo

De que servem tantos versos,
o que a poesia me traz?
Afagos ocasionais
em meu ego insaciável,
porém nada palpável
que sacie
meu materialismo inquestionável.

Tenho fome e sede
e inúmeras necessidades mundanas
assino versos, não cheques
por isso tenho ganas.
Minha geladeira permanece vazia
com o valor de minha poesia
Mauro Gouvêa
Enviado por Mauro Gouvêa em 23/04/2006
Reeditado em 17/10/2007
Código do texto: T143822

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Sobre o autor
Mauro Gouvêa
Alfenas - Minas Gerais - Brasil, 51 anos
432 textos (56521 leituras)
3 áudios (837 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 08:04)
Mauro Gouvêa