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RE-CURSO


Sorrir em homenagem a vida que brota
na gota da chuva que cai e desbota.
Flores florescidas, geram novas vidas
ser do beija-flor assas guarnecidas.

Quem dera ao viver, rotina com arte.
Sempre florescer a cada instante
e em cada célula o vibrar  de libélulas
palavras e idéias completam semblantes.

Vagando ao luar, ao relento sol,
catando os frutos dispostos e em  tempo,
refazendo as tranças que desde criança
colhiam canções semeadas com vento.

Refazer bagagens, retomar coragem
de recomeçar, colher, replantar.
Nos campos abertos, fechados, se incertos
Jogar a semente da vida à esperança.

     



RE-CURSO
   
   
Para sonreír en el honor a vida que crece
en la gota de la lluvia que se cae y se marchita.
Florecido las flores, ellos generan las nuevas vidas
ser del colibrí asas aportadas.
   
Quién había dado al vivir, la rutina con el arte.
Siempre para florecer en cada instante
y en cada célula que vibra de libélulas
 las palabras e ideas las miradas completas.
   
Vagando a la luz de la luna, al sol del rocío,
buscando las frutas dispuestas y a tiempo,
otra ves hacer las trenzas que desde la infancia
escogieron canciones sembradas con el viento.
   
Re-hacer bagajes, volver a tomar el esfuerzo
de reasumir, escoger, replantar.
En los campos abra, cerrado, si incierto
hurgar la semilla de la vida a la esperanza.

Traducido por Salete Cardozo Cochinsky – Saly en Arihua – de su texto original en idioma portugués.

Saleky
Enviado por Saleky em 24/04/2006
Código do texto: T144386

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Sobre a autora
Saleky
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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