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DÚVIDAS

DUVIDAR QUE SOMOS AMADOS
É O MESMO QUE NÃO EXISTIR
NÃO SENTIR O AR QUE RESPIRAMOS
DOS PINGOS DE CHUVA QUE CAI
MOLHANDO A ALMA
O ROSTO SECOU
MAIS UM DESGOSTO
DE SUAS DÚVIDAS, DO SEU AMOR
JÁ PASSAMOS O MÊS DE AGOSTO
NADA MUDOU, SÓ DÚVIDAS
ESTOU MORRENDO SUFOCADO
NÃO CONSIGO RESPIRAR
POR QUESTÕES DE SUAS DÚVIDAS
É O MESMO QUE REPENSAR
O QUE DEIXAMOS DE FAZER
POR NÃO SABER NADAR
NAS ENXURRADAS DOS SEUS AMORES CONFLITANTES
SEM SOLUÇÕES
NOSSOS ATOS ADVERSOS DA SOCIEDADE
QUEM JULGA?
NEM AS TEMPESTADES DAS TORMENTAS DA MINHA SOLIDÃO
FARÃO PEDAÇOS DE GRANIZOS NO CHÃO
ESSE MUNDO CHEIO DE FANTASIAS
VIRANDO AS NOSSAS CABEÇAS
MULTICORES DE ILUSÕES ADVERSAS A REALIDADE
É PURA CRUELDADE
SOFRER E DUVIDAR DE ALGUÉM
QUE NÃO POSSAMOS CONFIAR
É O PRENÚNCIO DE NÃO PODER AMAR
AMAR EM DÚVIDAS
É CAUSAR UMA FERIDA
NA SUA PRÓPRIA ALMA
NÃO SOFRA, E NEM PENSE EM AMAR
Milton Nunes Fillho
Enviado por Milton Nunes Fillho em 03/05/2005
Reeditado em 01/10/2005
Código do texto: T14568
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Milton Nunes Fillho
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 55 anos
1141 textos (460440 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 18:44)
Milton Nunes Fillho