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Oximoro

Garrafa em oceano, rogo no papel
Quase afundando no grande azul
Rezas em aviãozinho pra Istambul
E lá não chega... nem céu.

Agora é a rua que anda por mim,
A chuva se faz com pedaços de papel
São aviõezinhos sem se avir.
Sonhos depositados em nau de mel

Parei o tempo para olhar o azul
Ele não parou para ser olhado.
Tempo correndo ao meu lado...
Não percebi, permaneci sentado.
Esperei uma cura no infinito do céu
Encontrei-a, trazida no vôo de um grou.
Foi a paz da morte que, então, chegou.
Almeida de Azevedo
Enviado por Almeida de Azevedo em 27/04/2006
Reeditado em 31/05/2013
Código do texto: T146496
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Almeida de Azevedo
Campinas - São Paulo - Brasil, 27 anos
18 textos (426 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 18:44)
Almeida de Azevedo