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Lamento a poesia culta.


No certame que o povo vive
Jamais será frenesi tal poesia
as vestes maltratadas pelo tempo
é um horizonte misterioso.

Olhos que os poetas tratam...
diluindo a cada vez mais
na vontade de servir.

Parece parado o tempo
onde a sobrevivencia quer fugir.

Há meios de encantar o coração
pois só resta a solidão
não brinco com as palavras
sei que são alma e paixão
nota-se brilho e carinho
quando transporta afeição.

A estrada pode ser longa
mas o vento não cansa
e nem tem diração.

Fustigo sim
a poesia intelectual
o povo descalço
caminha na contramão.

Se acha que o Brasil é pobre
esse é o nosso galardão
por isso temos que liberta-lo
com palavras simples
para que o povo dessa nação
possa sentir no coração.

Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 04/06/2006
Código do texto: T169205
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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