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Tristeza da Verdade

Riso falso.
Minha risada soa alto
e é tão ácida, tão amarga.
Sem calço.
Não tem alegria, eu falto,
pois não há nada na carga.
Não tem base, a minha é larga.

A inveja
do que não se pode mais ter,
da liberdade que nunca foi dada,
que aleja,
que não me deixa viver,
que faz-me deficiente e atormentada,
sem saber o que é ser amada...

A solidão.
A única companheira constante,
que não me odeia, nem me critica.
Uma paixão,
a única, que me faz distante,
que conhece e que aqui comigo fica,
para achá-la não precisei de dica...

A morte,
sempre esteve comigo,
ela destruiu todo o meu viver
mais forte,
o meu melhor Amigo,
ela levou a maior parte do meu ser,
mas agora ao menos posso ver...
Pri Rocha Sánchez
Enviado por Pri Rocha Sánchez em 04/06/2006
Reeditado em 17/12/2008
Código do texto: T169327
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Sobre a autora
Pri Rocha Sánchez
Manaus - Amazonas - Brasil, 29 anos
17 textos (411 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 00:52)
Pri Rocha Sánchez