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A gaivota meta-poema de papel

Esbocei minha inspiração num papel
Dobrei-o numa gaivota para cortar o céu
Mas é papel, tem asas fixas, voa curto sentimento
então depende do leitor, do seu vento...
para não cair do solo estéril do esquecimento

Então sopres leitora alma, para ela voar
Minha gaivota aos deuses, quer tocar
Depois descerá, tocará outros leitores
Trazendo pétalas das longínquas flores
para recriar nossos amores...

Mas quando minha gaivota esmaecer no chão
que alguém faça outra, dobre em papel sua inspiração
Assim darei meu vento, deuses ela tocará
e vai descer para meu amor recriar
então farei nova gaivota, para o céu cortar!
Augusto Sapienza
Enviado por Augusto Sapienza em 05/06/2006
Reeditado em 08/06/2006
Código do texto: T170129

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Sobre o autor
Augusto Sapienza
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 33 anos
52 textos (2158 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 20:35)