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RETALHOS
Tânia Ailene
 
Estou fazendo coleções,
ora tristezas, outras infinitas mágoas,
oprimida e sem paz,
tudo combinado.
Em branco e preto levando
ao último ato a infelicidade,
 implodindo dentro
do ser que já não existe.
Todas as saídas se fecharam,
a cortina de fumaça que cega a
verdade de viver sem mistérios,
"Retalhos" da passagem sofrida.
Assim vou passando
sem amanhecer no tempo.
algum lugar, nunca vou chegar.
Dores sem volta, anestesiada,
desaguando o esquecimento do
corpo que já desfalecido
não grita os sonhos .
Mais uma vez a escuridão,
dá lugar à saudade.
Lente sem foco, fenecendo sem fim,
diagnóstico sem cura,
no presente se faz pouso urgente.
Tudo parece natural,
nada aqui é normal
vai ficando sempre do mesmo jeito.
somente sexo e amizade...
 
21/06/2006
Tânia Ailene
Tânia Ailene Nua Poesia
Enviado por Tânia Ailene Nua Poesia em 23/06/2006
Reeditado em 21/07/2011
Código do texto: T180643

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Sobre a autora
Tânia Ailene Nua Poesia
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Tânia Ailene Nua Poesia