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Prisão Solitária

Ainda sinto as correntes ao pescoço,me imobilizando,machucando;as dores de cabeça,a falta de ar!
Ainda sinto as amarras do tempo,e a prisão que não quer acabar!
Ainda me perco em pranto,na tarde vazia,de um dia qualquer...
Ainda vejo o suor,a fome,as feridas,de um açoite que não se finda!
Negro ou Branca, tanto faz...
Ainda sinto em mim,as lanhadas de um senhor!
Ainda em prantos,na mira da chibata,grito pelo nome do meu amor!
Syl Signoretti
Enviado por Syl Signoretti em 24/06/2006
Reeditado em 29/06/2006
Código do texto: T181385

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Sobre a autora
Syl Signoretti
Itajubá - Minas Gerais - Brasil
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1 e-livros (309 leituras)
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Syl Signoretti