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Luto

Luto

Olha ai caro irmão
Esse sangue que escorre
De tuas mãos
Esse vermelho que explode
Mostrando indiguinação

Luto vai n'alma
Choram os amigos
Nada acalma
Riem os inimigos
Morre deitado na vala

Não há nada que se possa fazer
Não há nada que faça entender
Judiado coração
Negro se faz por inteiro na desilusão

Olha,pobre alienado
Não houvera sangrado
De toda uma fez
E de subito se desfez

Hoje estou de luto
Pois meu coração não bate mais
Pois não pulsa mais
Pois não vive mais

Hoje estou em luto
Pois não respiro mais
Pois não vejo aquela alegria
Não vejo aquela euforia
Que trasbordava de suas artérias
De seus ventrculos
Foi dor demais......

Parou as oito horas
Depois daquele encontro
Sai meio zonzo,tonto
Você tinha a resposta,falou e pronto

E luto vai n'alma
Não tens pena de mim?
Sofro uma dor sem fim
Porque tu não te acalma?

Amanhece duma escuridão enjoada
Você la sentada,claro foste convidada
Pra assistir ao espetáculo
Pra assistir a partida
Daquela pobre alma
Que trajou luto a vida inteira
Agora se libertou
Vai alma sofrida,vai embora diz o povo
E assim ela voôu...
Poeta Allan Garrido
Enviado por Poeta Allan Garrido em 10/07/2006
Código do texto: T191145

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Sobre o autor
Poeta Allan Garrido
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil, 37 anos
305 textos (11102 leituras)
16 áudios (726 audições)
10 e-livros (297 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 01:02)
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