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Poesia



                         POESIA

                               Ao poeta Gideon Antunes



A poesia do pantaneiro rasteja na lama,
se molha na água do pantanal e se seca
no sol e na poeira das estradas
sem pavimento.


A poesia do pampeiro corre a galope
na garupa de um cavalo canta ao som
de um acordeon, perde-se nas invernadas
atrás dos xucros e descansa numa roda
de chimarrão.

A minha poesia não se enquadra em
nenhum modo porque é diversa, sem
estilo, é o resultado de um sonho,
de um pesadelo e de uma solidão.

Valter Figueira
Enviado por Valter Figueira em 13/07/2006
Código do texto: T193120
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Valter Figueira
Carlinda - Mato Grosso - Brasil, 48 anos
39 textos (2147 leituras)
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Valter Figueira