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Poeta encantador de almas

Quero ser poeta, quero encantar almas.
Sinto que nasci predestinada,
o destino colocou-me frente a frente c/ as letras e disse: toma.
E tomei-as e fiz e faço poesias, que de mim são pedaços,
contorcendo-me, driblando dentro de mim as inquietudes, amores, paixões, esconjuros e agonias.
Tal e qual o rio desembestado em busca do mar,
deságuo paixão em poesia e prosa em seu estado mais bruto, mais puro, tentando almas tocar.
Ah, mas nisso ainda sou menina, ainda quero abraçar o mundo cumprindo a sina que tantos por aí evitam: a de mostrar ao mundo a beleza de se escrever sem cangas, sem sucumbir aos desmandos  de coisas mundanas
Ah, menina predestinada, de riso fácil. encantadora-poeta de todas as almas que conseguir tocar com palavras que possam lhes reconfortar, dar esperança, inspirar amor.
O destino sabe o que fez e faz. E me fez assim, é assim que sou.
Fascinada c/ o poder de prender olhares por instantes fulgases e de suas vidas fazer parte por um breve instante, e partir segundos depois.



direitos reservados Nadia Luz
Enviado por direitos reservados Nadia Luz em 22/07/2006
Código do texto: T199454
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Sobre a autora
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Londrina - Paraná - Brasil
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