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MAR DE LAMA


Um vulcão adormecido,
E o povo sem pão.
Quando tem é amanhecido!...
Apesar do coração alegre e enternecido.

Festa na posse,
Sonhos na ponta da língua.
Eu, brasileiro, cheguei!
Igual a todos um comum.

Alma cortada,
Lobos à solta.
Final da história,
O povo proclama, è minha vez!

Eu brasileiro no mar de lama
Concordo, fui eu quem a tocha acendeu!
Quando em um momento escolhi
Confesso arrependo-me ainda é tempo

No caudal do vulcão
Que assola todo país
Da lama só não corre
Quem diz:__  eu não fiz!

Poderosos mostram a cara
Para se defender
Nem era preciso
Bastava saber viver.

Montanhas de dinheiro
E a nação não olhou  primeiro
Resolve-se o caso expurgando quem fez
Votando certo dessa vez.

Denise Figueiredo
Enviado por Denise Figueiredo em 09/08/2006
Código do texto: T212622

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Sobre a autora
Denise Figueiredo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 67 anos
313 textos (14442 leituras)
16 áudios (2928 audições)
5 e-livros (193 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 02:18)
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