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A voz que clama

 
 Os navios negreiros
 Singrando os mares
 Trazendo gritos de dor, de solidão
 A saudade da Terra querida

 No âmago da alma
 Um grito é sufocado
 Liberdade, Liberdade!!!

 Como animais irracionais
 Cobaias, vítimas de um
 Etnocentrismo gerado no
 Ventre da ignorância humana

 O preconceito ainda existe
 A evolução não clareou
 Os caminhos das trevas,
 Absortas na ignorância

 A herança é desigual
 O quinhão da parte pertencente
 É amargo como o fel;
 A Nação é inadimplente com os
 que a ajudaram a se erguer!

 E no âmago da alma o
 Grito amplia ,
 Justiça, justiça,
 Liberdade ainda que tardia!
Telêmaco Marrace de Oliveira
Enviado por Telêmaco Marrace de Oliveira em 14/08/2006
Código do texto: T216133
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Telêmaco Marrace de Oliveira
Blumenau - Santa Catarina - Brasil, 44 anos
259 textos (58293 leituras)
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Telêmaco Marrace de Oliveira